Errar o repasse
Pagar o proprietário errado, o valor errado, ou pagar duas vezes. É a falha que custa contrato, e ela nasce sempre de alguém somando à mão.
Cobrança por PIX ou boleto, a sua taxa de administração retida no recebimento e o extrato de cada proprietário pronto, sem planilha no fim do mês.
Exemplo ilustrativo. Os valores e a taxa de administração são definidos por você, contrato a contrato.
Perde com estas quatro coisas, e nenhuma delas se resolve trocando de banco por um que cobra dez centavos a menos no boleto.
Pagar o proprietário errado, o valor errado, ou pagar duas vezes. É a falha que custa contrato, e ela nasce sempre de alguém somando à mão.
Assembleia, proprietário desconfiado, franqueado perguntando do royalty. Sem o extrato daquela entidade, vira palavra contra palavra.
Baixar o extrato, descobrir quem pagou, calcular a taxa retida, montar os repasses um a um. Dias de trabalho de gente cara, todo mês.
Receber dinheiro de terceiros na conta da empresa e sair distribuindo. Funciona até o dia em que o banco pergunta.
Se parte do dinheiro que entra na sua conta é de outra pessoa, você já sabe o tamanho disso. É exatamente para essa operação que a TrustPay foi construída.
Quatro movimentos que hoje você faz em quatro lugares diferentes: banco, planilha, sistema de gestão e e-mail. Aqui eles são um só.
A cobrança sai por PIX ou boleto para cada inquilino, condômino ou franqueado, com vencimento, multa e juros que você define. Se é todo mês, a próxima sai sozinha.
Quando o dinheiro cai, já entra dividido: a sua taxa fica retida na hora e a parte de cada destinatário fica reservada no nome dele. Se o boleto foi pago em atraso, multa e juros entram na divisão certa.
O repasse sai por PIX para cada proprietário, unidade ou filiada. Um por um ou todos de uma vez, com comprovante em cada pagamento.
Cada entidade tem o extrato dela: o que entrou, o que foi retido e o que foi repassado. Em PDF, pronto para o e-mail do proprietário ou para a assembleia.
Não é um relatório a mais. São as três coisas que hoje dependem de alguém lembrar de fazer.
Cada um recebe o que é dele, no dia certo, sem você calcular.
O extrato de cada proprietário sai pronto. A conversa acaba antes de começar.
Sua taxa de administração fica retida no recebimento. Não no fim do mês, na planilha.
Abrir conta em um gateway comum leva dez minutos e resolve receber. O que ele não resolve é o que vem depois: separar, repassar e provar. É aí que a TrustPay começa.
| Uma conta comum de gateway | TrustPay | |
|---|---|---|
| Estrutura | Uma conta só. As entidades que você administra viram linhas numa planilha à parte. | Cada entidade com a conta e o CNPJ dela, e você enxergando todas de cima. |
| Níveis | Um nível de subconta. Rede dentro de rede não cabe. | Rede com mais de um nível: franqueadora → franqueado → unidade. |
| Preço | Uma tabela, igual para todo mundo, definida pelo fornecedor. | Você define a tabela de cada entidade da sua rede, e a diferença fica com você. |
| Prestação de contas | Relatório da sua conta inteira. Separar por proprietário é trabalho seu. | Extrato por proprietário, por unidade, por filiada, com comprovante e demonstrativo em PDF. |
| Se um trilho cair | Você espera o fornecedor voltar. | Dois fornecedores bancários integrados; a troca é configuração, não obra. |
A sua rede já processa milhões todo mês. Hoje a margem desse processamento fica inteira com o gateway dos seus franqueados.
Com a tabela de preço por entidade, essa margem volta para quem construiu a rede. Não é economia de custo, é receita nova. E é a conversa mais curta que a gente tem.
Recebe de muitos, retém a sua taxa, repassa para outros e precisa prestar contas do que fez. Se essa frase descreve o seu mês, o resto é detalhe de vocabulário.
Cobra o inquilino, retém a taxa de administração e repassa ao proprietário. O extrato de cada proprietário sai pronto, todo mês, sem ninguém montar.
Royalty e taxa de marketing cobrados da rede inteira, com a tabela de cada franqueado definida por você, e a margem do processamento voltando para a franqueadora.
Cada condomínio com a conta e o extrato dele. A prestação de contas da assembleia deixa de ser um trabalho de três dias e passa a ser um arquivo.
Sua plataforma cobra o cliente final, retém a sua parte e repassa o restante a quem prestou o serviço. Cobrança, divisão e extrato por cliente, tudo pela API.
Mensalidade que sai sozinha todo ciclo, por PIX, boleto ou cartão, com a régua de vencimento configurada por você e o histórico de quem pagou o quê sempre à mão.
Mensalidade de associado e de filiada, com o repasse indo para a entidade certa e o histórico de quem pagou o quê guardado por quem cobra explicação.
Não está na lista e mesmo assim o seu dinheiro entra de muitos e sai para vários? Fale com a gente. A primeira conversa é um diagnóstico do seu fluxo, e é nela que os dois lados descobrem se faz sentido.
Receber, dividir, repassar e provar. Quatro coisas que hoje moram em quatro sistemas diferentes e uma planilha que costura tudo.
É a pergunta certa, e é a que derruba fornecedor novo. Aqui está a resposta inteira, sem rodeio.
O dinheiro é liquidado em instituição autorizada pelo Banco Central. A TrustPay é a camada de controle (cobrança, divisão, repasse e prestação de contas), não o cofre.
Cada condomínio, unidade ou filiada entra com o CNPJ dela e passa por análise cadastral. Não trabalhamos com conta bolsão, mesmo quando dá mais trabalho.
Todo movimento vira um lançamento que não é editado nem removido. O saldo é a soma desses lançamentos, sempre reconstituível, do primeiro dia até hoje.
Entrar na plataforma exige código de autenticação, para todo mundo. Cada pessoa da sua equipe tem um papel, e fica registrado quem fez o quê e quando.
Análise de risco nativa em cada cobrança, retenção de segurança configurável e acompanhamento de contestações, inclusive as devoluções de PIX.
Todo dia comparamos o que a instituição diz que tem com o que o sistema diz que deveria ter. Divergência vira alerta, não surpresa no fim do mês.
Conte como o dinheiro entra e sai da sua operação hoje. Se fizer sentido para os dois lados, montamos um piloto com uma fatia pequena da sua carteira, sem multa para sair e com quem construiu a plataforma na conversa.